Entrevistado:

Jota Oliveira

Prazer. Sou Jota Oliveira. Acho muito difícil e pouco elegante falar sobre si próprio. E não seria prepotência minha afirmar que sou uma pessoa que dispensa maiores apresentações. Mesmo assim, vamos lá: me chamo Jota Oliveira, tenho 58 anos, sou potiguar da gema e jornalista formado pela UNP. Escrevo diariamente no periódico Tribuna do Norte, onde estou há 28 anos, as principais notas sociais da cidade. Num espaço geralmente cativo das vaidades, procuro fazer a diferença com charme e discrição. Realizo festas focadas nas pessoas, onde podemos brindar a vida em conjunto. Minha história sempre estará ligada aos amigos que me cercam e a trajetória vitoriosa do saudoso “velho escriba” Jota Epifânio (falecido na virada do ano 2000). Seja nas páginas da Tribuna do Norte ou no point virtual do meu blog  "http://www.jotaoliveira.blog.br" www.jotaoliveira.blog.br, espero vocês para um encontro diário e permanente com as principais notícias e destaques de nossa sociedade. E como sempre digo, a sua companhia junto comigo, será De dez!

 

Nome: Jota Oliveira.
Profissão: Jornalista/Colunista Social.
Agradeço: A Deus, a minha mãe e aos amigos sinceros. Em especial a Jota Epifânio, Paulo de Paula, Henrique e Priscila Alves.
Planejo tudo que: Vou fazer.
Lugar perfeito: Aquele em que estamos com as pessoas que gostamos.
Aprendi que: Quem mente, rouba!.
Faria tudo de novo: O que já fiz.
Trouxe de minha infância: A educação que recebi. 
Sou capaz de tudo: Nem por amor.
Aprendi com a política: Que não nasci para ela.
Vai ficar para sempre: As lições da minha mãe.
Faço todos os dias: Agradecer a Deus.
Não é justo: Falsidade.
Meu pai falou: “Comeu do meu pirão, levou do meu cinturão”.
A vida me deu: Caráter, lealdade e gratidão aos amigos, muitas alegrias e paixões.
Tenho um projeto: Ser feliz! Sempre!
Quando não conseguir: Não desisto! Quem desiste é perdedor!
Tenho certeza que fiz: O melhor de mim!
Uma frase: Nunca desista de seus sonhos. Quem desiste é perdedor!
Não faria por nada: Matar! Só se for para não morrer!
A vida me ensinou: Que viver é difícil e conviver é ainda mais.
Na minha vitrola toca: Tudo! Menos axé e forró eletrônico.
Ainda acredito que: Existem políticos honestos.
Lutei para: A luta nunca cessa.
Meus cincos pedidos: Saúde, felicidade, amigos, sinceridade, honestidade e grana, claro!
Meus amigos são aqueles: Que me respeitam.
Ainda não consegui: Me casar. Com homem ou mulher.
Nunca vou esquecer: Os gestos e atitudes para comigo.
Maior presente: Saúde e amizade verdadeira.

Fotos: Canindé Soares 

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